sábado, 3 de dezembro de 2011

Criolo em "Não existe amor em SP" no Estúdio Showlivre 2011





30/03/2011 - 07h28
Depois de 20 anos no rap, Criolo lança primeiro álbum de canções
MARCUS PRETO
DE SÃO PAULO

Ele vive, atua e cria no plano da inconsciência. E ninguém que se proíba tirar os pés do chão da vida real será capaz de entrar em contato com a melhor parte do que ele faz, do que tem a dizer.
É isso que repetem os amigos de Kleber Gomes, 35 --o Criolo. E não é preciso mais do que uma conversa de 15 minutos com ele para também concordar. Ou menos: basta ouvir sua música.
Figura influente no universo hip-hop há mais de 20 anos (assinava Criolo Doido), ele lança agora "Nó na Orelha", primeiro trabalho que dedica ao gênero "canção".
"A construção das músicas funciona da mesma forma: as letras têm que dar uma sarrafada na cabeça de quem ouve", diz. "Uma música pode derrubar uma nação. E levantar outra."
Produzido por Daniel Ganjaman e Marcelo Cabral, o álbum é feito dessas sarrafadas certeiras. Em cada uma delas, Criolo se expõe absurdamente. Transborda. Quem está conectado vai junto.
"Nunca vi um show do cara em que alguém não saísse chorando, completamente tomado por ele", diz Ganja.
Criolo faz canções --transitando entre o samba, o soul, o reggae e o brega-- há mais de dez anos. E sua ideia inicial era não colocar nenhum rap no disco. Mas os produtores não deixaram.
"A gente falou que ele tinha que fazer justamente essa interseção, porque a força do passado dele no rap é absurda", diz Ganja. "Era muito importante para que as pessoas entendessem quem era ele, de onde ele veio."
CAFÉ FILOSÓFICO
Ele veio da periferia de São Paulo. Nasceu em Santo Amaro, mas passou toda a infância e adolescência no Grajaú, onde vive até hoje.
O pai era metalúrgico. A mãe, a benzedeira do bairro.
Quando foi matricular o filho no segundo grau, ela pediu: "Será que posso me matricular também?" Cursaram na mesma turma, mãe e filho, os três anos escolares.
"Aí é que acontece a mágica da vida: enxergar a pessoa sem o personagem mãe", diz Criolo. "E você vê o quanto essa pessoa escolheu dar alguns punhados de anos e dedicação a você, danadinho. É deslumbrante."
Conta que a mãe foi muito além dele nos estudos. Formou-se em filosofia, com pós-graduação em línguas, literatura e semiótica. Recentemente, ela implantou um café filosófico no Grajaú.
Ele abandonou, para nunca mais voltar, as faculdades de artes e pedagogia. Corria atrás do dinheiro, como vendedor nas Lojas Americanas, nas lojas de calçados DIC ou na rua, vendendo cocada e roupas de porta em porta.
A carreira de MC começou quando ainda era uma criança de 12 anos. Chegou a lançar um álbum de rap --que, num presságio do que viria, já tinha uma canção.
E, mais importante que tudo isso, foi um dos criadores (junto com DJ Dan Dan) das Rinhas de MC's, batalha periódica em que os mestres de cerimônias rimam de improviso, o chamado "freestyle".
Antes de pensar em gravar "Nó na Orelha", Criolo já havia dado por encerrada sua carreira de MC. "Tipo semancol, sabe? Ciclos se abrem e se fecham e a gente tem que se dar conta disso", diz, com voz doce e olhos molhados.
Quase chora algumas vezes. Sorri quando comenta que algumas composições suas estarão em próximos discos alheios: da cantora Marcia Castro, do produtor Gui Amabis (cantada por Céu), do coletivo 3 na Massa.
Os limites já não existem.
"Quando você conhece só a pracinha, vai só até a pracinha. Mas quando descobre o cinema, cara, é uma loucura. Não dá mais pra voltar. Você já virou outra pessoa."

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

CAETANO VELOSO - NA BAIXA DO SAPATEIRO



                    DIA 02 DE DEZEMBRO -  ORIGEM DO DIA NACIONAL DO SAMBA


Sabe por que o Dia Nacional do Samba cai em dois de dezembro? Não, não é a data de nascimento de Tia Ciata. Também não é quando gravaram "Pelo Telefone". Muito menos quando Ismael Silva e os bambas do Estácio fundaram a Deixa Falar. O Dia Nacional do Samba surgiu por iniciativa de um vereador baiano, Luis Monteiro da Costa, para homenagear Ary Barroso. Ary já tinha composto seu sucesso "Na Baixa do Sapateiro", mas nunca havia posto os pés na Bahia. Esta foi a data que ele visitou Salvador pela primeira vez. Engraçado, não? A festa foi se espalhando pelo Brasil e virou uma comemoração nacional.
            Atualmente duas cidades costumam comemorar o Dia do Samba, Salvador e Rio de Janeiro. Sob a batuta do músico Edil Pacheco, Salvador sempre tem promovido grandes shows no Pelourinho com os ótimos e injustamente desconhecidos sambistas locais. Gente como Riachão, Ederaldo Gentil, Nelson Rufino, Roque Ferreira, Walter Queiroz, o próprio Edil, e o falecido Batatinha, recebendo convidados mais famosos, como Paulinho da Viola, Elza Soares, Beth Carvalho e Dona Ivone Lara.
            No Rio a divertidíssima festa fica por conta do Pagode do Trem. A idéia do samba surgiu quando moradores de Oswaldo Cruz resolveram criar um movimento para revitalizar o bairro, era o "Acorda, Oswaldo Cruz". No Dia do Samba o pessoal se reúne na Central do Brasil, lota um trem e vai tocando e cantando até Oswaldo Cruz, lá formam-se trocentas rodas de samba. Depois que começou, descobriu-se que já havia sido criado décadas antes por uma das mais importantes figuras do bairro, Paulo da Portela. Naquela época o samba era perseguido pela polícia. Os sambistas faziam suas reuniões e promoviam animadas rodas dentro dos vagões do trem. Hoje o Pagode do Trem faz parte do calendário oficial da cidade e tem estado cada ano mais cheio.
            Este ano o samba cairá num sábado. O esquema é o seguinte, a partir das 18h começa a concentração -- com muita cerveja, claro - na Central do Brasil. Já há um trem inteiro reservado para o samba. Ano passado foram oito vagões ultra lotados, este ano já reservaram 12. Cada vagão vai com um grupo que agita uma das rodas de samba do Rio, tem o vagão da Velha Guarda da Portela, do Bip-Bip, o da Teresa Cristina e grupo Semente, o da Tia Doca e Sonho Real, e por aí vai. O trem vai direto para Oswaldo Cruz, fazendo apenas uma parada na Mangueira para pegar a velha guarda verde e rosa. Chegando, você verá a maior concentração de rodas de samba já feita. Basta umas três pessoas se encontrarem para fazer uma. O clima é um barato.
            Mas é bom se preparar. É uma verdadeira maratona. Começa às 18h e vai até o último sobrevivente. No trem, vai todo mundo em pé no vagão lotado. Se não ficar perto dos músicos é até difícil escutar algo. A festa é ótima e divertidíssima, mas não vá esperando grande coisa na parte musical. O melhor é mesmo a bagunça. A Beth Carvalho costuma aparecer para dar uma força e sempre canta algo.
            Ano passado chegou a ter uma regulagem sobre quem poderia ficar no vagão com os músicos mais conhecidos. A sugestão é fugir dele, fica cheio de repórteres, câmeras, chatos, luzes e gente querendo aparecer. São os menos divertidos. Preocupante este ano é que estão promovendo o evento, que nunca teve muita mídia, na - argh! - FM O Dia. Espero que não estrague a linda festa.
Paulo Eduardo Neves 
 (Webmaster do site Samba-Choro)

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Recursos Estilísticos da Obra de Machado de Assis



Vamos enumerar alguns dos principais recursos estilísticos de Machado de Assis, a fim de compreendermos aspectos de sua escritura que não apenas o distanciam dos escritores de seu tempo, mas também o transformam em anunciador da modernidade literária, isto é, das obras produzidas no século XX :

 Narrador não confiável, que ilude, provoca, desconcerta o leitor, em " conversas" em que muitas vezes ironiza suas expectativas, por exemplo, no caso das leitoras românticas;

Reticências - omissões, lacunas, digressões - , que demonstram capacidade de despistar o leitor ingênuo, fazendo parecer sem importância o que é fundamental, e vice-versa;


Reflexões metalinguísticas que fazem crítica da linguagem e da estrutura da narrativa tradicional, e questionam o próprio processo de criação literária, ao longo de seu desenvolvimento;

Comparações insólitas, incongruentes;

Citações das mais díspares e variadas fontes;

Quebra da linearidade do enredo, com microcapítulos  digressivos, que explicam outros capítulos e dão pistas para a sua leitura;

Estilo substantivo, antirretórico;

Humor sutil e permanente, destruindo as ilusões românticas;

Linguagem sutil, ambígua, de múltiplos sentidos.

Bibliografia
Novas Palavras: português,volume único : livro do professor/ Emília Amaral...[et al.]. - 2.ed. - São Paulo: FTD,2003.

USO DA CRASE


CONDIÇÕES PARA QUE OCORRA A CRASE


1º) O termo regente deve exigir a preposição a.
2º) O termo regido tem que ser uma palavra feminina que admita o artigo a(s ).
Ele se dirigiu a + a fazenda. Ele se dirigiu à fazenda
(preposição) ( artigo ) ( crase )


Portanto, crase é o nome da fusão ( da junção ) da preposição a com o artigo a (s ). A crase é indicada pelo acento grave [`]


Regra Prática


Troque a palavra feminina por uma masculina equivalente e observe o seguinte :


Se, antes da masculina aparece ao(s) , use crase antes da feminina.


Se, antes da masculina aparecer apenas a (s ) ou o(s ), não use crase antes da feminina.


Veja.
a. Ele se dirigiu à fazenda. b. Os turistas visitaram a cidade.


Ele se dirigiu ao clube. Os turistas visitaram o museu.


EMPREGOS DO SINAL DA CRASE


Dependendo de certos fatores presentes na estrutura da frase, o emprego do sinal de crase pode ser obrigatório, opcional ou proibido. Veja


CRASE OBRIGATÓRIA


- em locuções adverbiais femininas de tempo, modo e lugar.
Cheguei às dez horas.
Leu o texto às presas.
Voltaremos à vila em breve


- em locuções prepositivas ( à + palavra feminina + de ) e conjuntivas ( à + palavra feminina + que )
Ela saiu à procura de ajuda.
Esfriava à medida que escurecia.


Crase Opcional


- com pronomes possessivos ( meu, sua, nossa etc. )
Ele se dirigiu à minha irmã.
Ele se dirigiu a minha irmã.


- com nomes de mulher
Eu me refiro à Patrícia.
Eu me refiro a Patrícia.


- com a palavra até
A estrada vai até à praia.
A estrada vai até a praia.


Crase Proibida


- com palavras masculinas
Escreva o texto a lápis.


- com verbos
Ela começou a gritar.


- com esta(s), essa(s), cuja(s)
Dou valor a essa vitória.


- com pronomes pessoais e de tratamento
Obedeço a ela, não a V.S.ª


- entre palavras repetidas
Estamos frente a frente.


- com nomes de cidades ( sem especificativo )
Iremos a Curitiba.


Obs. Havendo especificativo haverá crase.
Iremos à bela Curitiba.




- com a palavra casa ( sem especificativo )
Chegamos cedo a casa.


- com a palavra terra ( no sentido oposto ao de “água”)
O náufrago chegou a terra.


Obs. A palavra terra, no sentido de “planeta” e de “ terra natal”, admite artigo; por isso ocorrerá crase se o termo regente exigir preposição.


A espaçonave voltará à Terra em um mês.
Sempre sonhou em retornar à terra em que nasceu.


Bibliografia
Novas Palavras: português,volume único : livro do professor/ Emília Amaral...[et al.]. - 2.ed. - São Paulo: FTD,2003.

Matriz de Competências do ENEM

O principal objetivo do Enem ( Exame Nacional do Ensino Médio ) é avaliar o desempenho do aluno ao término da escolaridade básica, para aferir desenvolvimento de competências fundamentais ao exercício pleno da cidadania. Desde a sua concepção, porém, o Exame foi pensado também como modalidade alternativa ou complementar aos exames de acesso aos cursos profissionalizantes pós-médio e ao ensino superior. Abaixo vocês lerão a Matriz de Referência do ENEM, ou seja, quais os eixos cognitivos comuns a todas as áreas de conhecimento ( o que será cobrado em todas as matérias que cairão na prova ) e as competências e habilidades que serão cobradas nas questões da área de Linguagem Códigos e suas Tecnologias. Aproveitem !! E busquem mais informações no site do INEP ( http://www.enem.inep.gov.br/ ) MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA O ENEM EIXOS COGNITIVOS (comuns a todas as áreas de conhecimento) I. Dominar linguagens (DL): dominar a norma culta da Língua Portuguesa e fazer uso das linguagens matemática, artística e científica e das línguas espanhola e inglesa. II. Compreender fenômenos (CF): construir e aplicar conceitos das várias áreas do conhecimento para a compreensão de fenômenos naturais, de processos histórico-geográficos, da produção tecnológica e das manifestações artísticas. III. Enfrentar situações-problema (SP): selecionar, organizar, relacionar, interpretar dados e informações representados de diferentes formas, para tomar decisões e enfrentar situações-problema. IV. Construir argumentação (CA): relacionar informações, representadas em diferentes formas, e conhecimentos disponíveis em situações concretas, para construir argumentação consistente. V. Elaborar propostas (EP): recorrer aos conhecimentos desenvolvidos na escola para elaboração de propostas de intervenção solidária na realidade, respeitando os valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. Matriz de Referência de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Competência de área 1 - Aplicar as tecnologias da comunicação e da informação na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes para sua vida. H1 - Identificar as diferentes linguagens e seus recursos expressivos como elementos de caracterização dos sistemas de comunicação. H2 - Recorrer aos conhecimentos sobre as linguagens dos sistemas de comunicação e informação para resolver problemas sociais. H3 - Relacionar informações geradas nos sistemas de comunicação e informação, considerando a função social desses sistemas. H4 - Reconhecer posições críticas aos usos sociais que são feitos das linguagens e dos sistemas de comunicação e informação. Competência de área 2 - Conhecer e usar língua(s) estrangeira(s) moderna(s) como instrumento de acesso a informações e a outras culturas e grupos sociais*. H5 – Associar vocábulos e expressões de um texto em LEM ao seu tema. H6 - Utilizar os conhecimentos da LEM e de seus mecanismos como meio de ampliar as possibilidades de acesso a informações, tecnologias e culturas. H7 – Relacionar um texto em LEM, as estruturas linguísticas, sua função e seu uso social. H8 - Reconhecer a importância da produção cultural em LEM como representação da diversidade cultural e linguística. *A área 2 será incluída apenas a partir de 2010 Competência de área 3 - Compreender e usar a linguagem corporal como relevante para a própria vida, integradora social e formadora da identidade. H9 - Reconhecer as manifestações corporais de movimento como originárias de necessidades cotidianas de um grupo social. H10 - Reconhecer a necessidade de transformação de hábitos corporais em função das necessidades cinestésicas. H11 - Reconhecer a linguagem corporal como meio de interação social, considerando os limites de desempenho e as alternativas de adaptação para diferentes indivíduos. Competência de área 4 - Compreender a arte como saber cultural e estético gerador de significação e integrador da organização do mundo e da própria identidade. H12 - Reconhecer diferentes funções da arte, do trabalho da produção dos artistas em seus meios culturais. H13 - Analisar as diversas produções artísticas como meio de explicar diferentes culturas, padrões de beleza e preconceitos. H14 - Reconhecer o valor da diversidade artística e das inter-relações de elementos que se apresentam nas manifestações de vários grupos sociais e étnicos. Competência de área 5 - Analisar, interpretar e aplicar recursos expressivos das linguagens, relacionando textos com seus contextos, mediante a natureza, função, organização, estrutura das manifestações, de acordo com as condições de produção e recepção. H15 - Estabelecer relações entre o texto literário e o momento de sua produção, situando aspectos do contexto histórico, social e político. H16 - Relacionar informações sobre concepções artísticas e procedimentos de construção do texto literário. H17 - Reconhecer a presença de valores sociais e humanos atualizáveis e permanentes no patrimônio literário nacional. Competência de área 6 - Compreender e usar os sistemas simbólicos das diferentes linguagens como meios de organização cognitiva da realidade pela constituição de significados, expressão, comunicação e informação. H18 - Identificar os elementos que concorrem para a progressão temática e para a organização e estruturação de textos de diferentes gêneros e tipos. H19 - Analisar a função da linguagem predominante nos textos em situações específicas de interlocução. H20 - Reconhecer a importância do patrimônio linguístico para a preservação da memória e da identidade nacional. Competência de área 7 - Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes linguagens e suas manifestações específicas. H21 - Reconhecer em textos de diferentes gêneros, recursos verbais e não-verbais utilizados com a finalidade de criar e mudar comportamentos e hábitos. H22 - Relacionar, em diferentes textos, opiniões, temas, assuntos e recursos linguísticos. H23 - Inferir em um texto quais são os objetivos de seu produtor e quem é seu público alvo, pela análise dos procedimentos argumentativos utilizados. H24 - Reconhecer no texto estratégias argumentativas empregadas para o convencimento do público, tais como a intimidação, sedução, comoção, chantagem, entre outras. Competência de área 8 - Compreender e usar a língua portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização do mundo e da própria identidade. H25 - Identificar, em textos de diferentes gêneros, as marcas linguísticas que singularizam as variedades linguísticas sociais, regionais e de registro. H26 - Relacionar as variedades lingüísticas a situações específicas de uso social. H27 - Reconhecer os usos da norma padrão da língua portuguesa nas diferentes situações de comunicação. Competência de área 9 - Entender os princípios, a natureza, a função e o impacto das tecnologias da comunicação e da informação na sua vida pessoal e social, no desenvolvimento do conhecimento, associando-o aos conhecimentos científicos, às linguagens que lhes dão suporte, às demais tecnologias, aos processos de produção e aos problemas que se propõem solucionar. H28 - Reconhecer a função e o impacto social das diferentes tecnologias da comunicação e informação. H29 - Identificar pela análise de suas linguagens, as tecnologias da comunicação e informação. H30 - Relacionar as tecnologias de comunicação e informação ao desenvolvimento das sociedades e ao conhecimento que elas produzem.

Palavras que devem ser mortas e enterradas


MENAS
Gente, essa palavra NÃO EXISTE, ok !
MENOS, quando usado no sentido de menor intensidade ou menor quantidade, pertence à classe gramatical dos advérbios, portanto, não varia em número e gênero, ou seja, NÃO EXISTE feminino, nem plural. Portanto, quando a palavra seguinte for feminina, use menos e não menas.Vejamos o exemplo :
Hoje, compareceram à aula  menos alunos do que ontem.
Hoje, compareceram à aula menos alunas do que ontem.

NAONDE
Não sei de onde vocês tiram palavras tão alienígenas !!! Essa também NÃO EXISTE, ok !
ONDE é um simples advérbio de lugar que quer cumprir sua missão no mundo, indicando lugares fixos ou movimento de um lugar a outro.Neste último caso, ele se vale da ajuda da preposição A,  indicando  direção, deslocamento, quando escrito antes de um verbo que indique movimento. Sendo assim, você deve falar :
- Prof.,  onde estão as apostilas ?  ( lugar fixo )
Aonde vocês estão indo, se a aula não terminou ? ( ' para onde ' ; emprega-se apenas com verbos que indicam movimento )

( Fonte de pesquisa : Dicionário Aulete Digital )